completou 18 ANOS, os grãos se têm fodido, mas poder emborracharte no pub sem ter que evidenciar o cartão faz com que cada problema pareça pequeno. Você vive em um subúrbio costeiro a um quarto de hora de Liverpool, no veículo, onde um rio feio desemboca no mar bronco a respeito de um céu de chumbo. lembre-se Bill Ryder-Jones, guitarrista, cantor e trompetista.
Toda humanidade olhava como de reojillo, e de repente começa a percorrer em direção a nós. E claro: Deus, tio, que vem para neste local mesmo…. E pum, planta-se diante da gente e nos diz que o nosso disco gostou muito e não imagino mais o que eu não me lembro pelo motivo de não aprendi nem ao menos o que dizia.
Foi tão ótimo e simpático, sem nada de ego... no desfecho ele tirou da gente o corte e nós fizemos umas imagens com ele. Mesmo nos foi recomendando alguns truques pra tocar guitarra e mais mole. Porra, essa noite estava pela cama e pensei, Uau, eu conheci o David Bowie”. Não foi o conclusão feliz de uma graciosa história, todavia o início de uma grande bola de neve, cujo curso não parece ter término. “Não queremos estancarnos em uma fórmula, nós não gostamos de todos estes grupos pesados que gravaram quatro discos aproximados.
Para o que só ouviu Coldplay, Starsailor e toda essa merda, irá soar exótico que alguém possa adicionar estilos diferentes. Mas é a coisa mais normal. Agora você podes agarrar vinte bandas jovens britânicas que soam todas parecidos; nós podemos ser diferentes, permanecer à divisão”. O SUCESSO é uma merda. A primeira ligação telefônica pra dizer com Bill tomou teu pai.
“Não está, foi ao médico respondeu com sério e esdrújulo sotaque. Como tinha nesta ocasião uma entrevista? O ouça, de onde é que chama? “Agora o que desejamos é continuar fazendo música, melhorar e compor boas músicas, e tudo o que gira em volta disso, não gostamos muito. Não podemos ser em massa, que nos buscam apenas pra fazer imagens e coisas desta maneira. Às vezes, as coisas acontecem muito ligeiro, porém sempre pode parar um pouco e tomar umas férias.
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Talvez seria agradável ser uma banda underground mais respeitável que um grupo de sucesso”. E desde pois, nunca se instalar em Londres, o centro nevrálgico da indústria musical. “Não adoro de nada, há muita gente e me pesa um monte.
Nós vivemos no mar, numa zona tranquila e com muita vegetação. É bom poder conduzir-se para compor ou tocar em algum cais baixo e tranquilo, como a toda a hora”. Duzentos músicas. A incansável experiência produtiva do sexteto (prometem ter umas 200 músicas compostas) tem possibilitado que o teu segundo álbum neste momento está gravado e pendente de saída em um mês. “É mais de ambientes, acústico e silencioso: mais sentimiental e menos empinado”.
O que não muda nessa nova edição é o teu talento (Bill insiste em que o mais primordial pra The Coral é a honestidade) e o método de serviço de recortar e colar. “Em cada canção vamos combinando composições diferentes. De repente começamos como um reggae, vai transportar uma porção de jazz e, logo em seguida, uma ponte anormal. Gostamos muito de brincar, para que não haja uma infraestrutura que possa cuidar”. “. Veremos, em Benicassim. NÃO PODIA SER DE OUTRO Modo: Aparecem The Rolling Stones apresentando tua turnê europeia e, abracadabra, aí lasca-se como uma mola, o nome dos Beatles pra competir na primeira páginas.
Vida da feminista Clara Campoamor. Classe média (TVE, 1987) 8 capítulos de cinquenta minutos. O marido de uma família de público necessita de ir para a cidade por culpa do cacique. Lhes noel de vidre (TV3, 1989) treze episódios de doze minutos.