Enquanto Wells escreveu The world set free, em 1913, outro notável compatriota seu, fazia teu respectivo exercício de futurismo a 100 anos. Como pegou o seis de dezembro daquele ano, o jornal The Evening Independent, Sir Thomas Vansittart aumentando ainda mais o padrão, o novo prefeito de Londres, falou que 2013 seria um ano “exclusivamente de tração mecânica”.
Previu um desenvolvimento vasto no centro de Londres, no entanto era a mão ao estendê-lo até Brighton, e quase acertou, ao idealizar que os selos de correio ficariam reduzidos a curiosidades. Na biografia, aumentando ainda mais o modelo não constam grandes méritos, pra além de sua carreira política e de tua insistência ao negócio papel de teu pai.
- Nova era 11:Dezessete 11 abr 2007 (CEST)
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- Jim Weddle (AB 1977, MBA): sócio gerente em Investimentos de Jones do Edward
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- dos trapos à fortuna. A fortuna dos protagonistas melhoria com o tempo.
- É muito bom como são capazes de marcar os primeiros anos, que assim como este a genética
- se Favorece a normalização por ser mais conexo e aplicável
sendo assim, cabe reflexionar que a tua especulação não estava informada por um profundo conhecimento científico e tecnológico, todavia por uma certa intuição aplicada a corrente de pensamento de dessa forma. Saltemos um quarto de século. Em 1964, há cinquenta anos, Nova York apoiou uma nova Feira Mundial, com o concurso de um recentemente reformado Futurama II, que incorpora a mais recente sensação da época, a vitória do espaço.
Um lugar comum pela prospectiva do século XX era como os avanços técnicos e científicos moldearían a evolução da ordem social. Para uma modernidade que acreditava no futuro, mesmo as distopías não intencionavam ser retratos fiéis do amanhã, mas sim sinais de alerta sobre o risco de abandonar o rumo correto do progresso.
Mesmo em data tão recente como a 1989, o penúltimo salto pela viagem (há vinte e cinco anos), alguns ainda consideram possível que a semana de serviço de 2014 compreendesse entre vinte e cinco e trinta horas, com menos desemprego do que o existente desta maneira. Esta era a previsão do colunista Barry Lake no jornal Marshall Chronicle de Michigan, nos EUA.
Lake baseava-se numa análise feita pela corporação de procura Forecasting International Inc. “Tv de duas direções”, que permitiria a metade da população de trabalhar a partir de moradia. Com o encerramento da modernidade morreram as utopias. Em 1965, Umberto Eco nos deu a escolher entre apocalíptico e integrados, o punk pegou o espírito da nova pós-modernidade na sua “não future”, e, logo a visão distópico, que é hoje a chave. Neste 2014, novas destas previsões se cumpriram; novas não. Mas quem sabe o que mais tenha mudado sejamos nós mesmos. Talvez o que mais surpreso pros futuristas do passado seria o miúdo impacto das mudanças mais substanciais de nossas vidas; e, além de tudo, o pouco que têm melhorado.